Publicado por: papodejornal | Julho 7, 2008

E, viva a cachaça!!!

A cachaça de Paraty é conhecida como uma das melhores do país, conforme moradores da cidade. Maitê Proença sabe bem disso.
Já passava das 3h de quinta-feira. Os incontáveis goles de cerveja, as bicadas na pinga “da boa” e as aventuras em copos de caipirinha já alfinetavam a consciência de quem, como eu, tinha todo um dia de palestras pela frente.

Gi, a mineirinha, e sua musa

Gi, a mineirinha, e sua musa

Na volta pra casa, um brinde com Xico Sá, um aceno a um poeta, um “com licença” a um roteirista de cinema. Tudo dentro do normal, como manda o figurino na Flip.

Surpresa mesmo tivemos ao tomar a saideira. Após beber uma Devassa e aprender que existem três tipos (loira, ruiva e morena) da gelada, eis um espetáculo à parte:
Maitê Proença bailando ao som de um bolero, de olhos fechados, esperando que o seu par iniciasse o rasta-pé. Ela sorri, senta, levanta, senta, vai ao banheiro, volta, senta, levanta e caminha em direção ao balcão em que estávamos.

- Alguém tem um cigarro?

- Sim, sim. Pode ser Carlton?

- Carlton? Ahhhh, não acredito. Pode, pode. Posso pegar dois?

E a conversa se desenrola como se fossemos velhos amigos numa mesa de bar. Não mais do que por cinco minutos. O recorte de tempo mais bizarro por mim já presenciado.

O teor da conversa guardarei apenas na memória, pois registrar em foto o porre de Maitê já foi surreal demais. Como se artistas não bebessem, não dançassem sozinhos e não pudessem filar um cigarro…

 

 

 

 

 

 


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